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	<title>Plataforma Família</title>
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	<description>A Plataforma Família é um local de informação, formação e ajuda à vida familiar e à gestão da casa.</description>
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		<title>As responsabilidades parentais após a separação dos pais</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 13:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plataforma Família]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Família Magazine]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Hoje que as responsabilidades parentais são exercidas por ambos os pais, nos seguintes termos:</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="post-body-7709348419023949798" class="post-body entry-content">
<div style="text-align: justify;">A <a href="http://www.pgdlisboa.pt/leis/lei_mostra_articulado.php?nid=1028&amp;tabela=leis&amp;ficha=1&amp;pagina=1&amp;" target="_blank">Lei 61/2008 de 31 de outubro</a>, trouxe consigo importantes alterações nesta matéria, além de alterar a designação de &#8220;poder paternal&#8221; para &#8220;responsabilidades parentais&#8221;, prevê o seu exercício em comum por ambos os progenitores.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O poder paternal, sempre foi entendido pela doutrina  e jurisprudência, como um poder-dever, isto é, como algo que devia ser exercido altruisticamente no interesse do filho. A nova designação de &#8220;responsabilidades parentais&#8221;, está literalmente mais próxima do conteúdo do conceito. A criança carece dos cuidados e da proteção dos pais, e estes têm a obrigação legal/moral de promover o seu bem-estar, colocando  os interesses dela em primeiríssimo plano.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Se bem se recordam, na versão anterior do Código Civil o então &#8220;poder paternal&#8221;, só seria exercido em comum por ambos  os pais, contanto que houvesse acordo nesse  sentido; na falta dele, o Tribunal decidiria com qual dos progenitores o menor ficaria. O que acontecia na prática, é que o menor era habitualmente entregue à guarda e cuidados da mãe (e ainda o é&#8230;), o que levava a que os homens-pais fossem excluídos da vida do filho, sendo-lhes apenas conferido, um direito-dever de vigiar a educação, e as condições de vida do mesmo.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Nos nossos dias as mulheres trabalham tantas ou mais horas que os homens, pelo que aquela ideia de que à mulher competia criar a criança, e ao homem prover ao seu sustento (financeiro), está socialmente ultrapassada. Ambos têm iguais responsabilidades nesse capítulo, até por força do principio constitucional da igualdade dos cônjuges.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><b>Posto isto, temos hoje que as responsabilidades parentais são exercidas por ambos os pais, nos seguintes termos</b>:</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">1. <span style="text-decoration: underline;">Quando estiverem em causa atos de particular importância para a vida da criança</span>, a decisão é tomada em conjunto; só podendo ser tomada por um deles, por razões de manifesta  urgência, devendo o decisor comunicar ao outro progenitor logo que possível essa decisão.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">2. <span style="text-decoration: underline;">Quando estiverem em causa atos da vida corrente da criança</span>, a decisão  é tomada pelo progenitor com quem o menor se encontre a residir habitualmente, ou pelo progenitor com quem ele se encontre temporariamente, não devendo este último, contrariar as educações mais relevantes definidas pelo progenitor com quem ele se encontre a residir habitualmente.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><b>Importa explicitar 2 questões, para uma melhor compreensão do regime do exercício das responsabilidades parentais: a questão da residência do menor, e o que são atos  de particular importância/atos da vida corrente da criança.</b></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Normalmente o que acontece, é a criança ficar  a residir com a mãe em regime de guarda única, ficando  o pai com o direito/dever de visita de 15 em 15 dias (ainda que não tenha que ser necessariamente assim); porém, nada impede que se estabeleça um regime  de guarda alternada, em que por exemplo, o menor fique a residir uma semana com a mãe, e outra semana com o pai, e assim sucessivamente. Logicamente que para que isso aconteça, têm que se verificar alguns pressuspostos, tais como: elevada capacidade de comunicação/diálogo entre os pais, proximidade das residências de ambos os progenitores, semelhança de estilos de vida/valores de ambos  os pais, etc.Importa notar, que sobretudo em idades mais tenras, as crianças precisam mais do que nunca, de um ambiente securizante, de estabilidade,  se quisermos, de previsibilidade. Imaginem-se as seguintes hipóteses: a criança quando está com o pai almoça às 13h00, e quando está com a mãe às 15h00, ou então, quando está com a mãe deita-se às 21h00, e quando está com o pai às 23h00. Será que é positivo para ela e não lhe trará instabilidade? Cremos que existe esse risco, e somos da opinião, que salvo casos raros, o melhor para ela, será mesmo ficar a residir com o progenitor que reunir maior capacidade, e condições para a ter ao seu cuidado, seja ele, o pai, ou a mãe, pois vimos já, que qualquer dos progenitores está juridicamente qualificado a ter consigo  a criança, ainda que no plano dos factos, um deles acabe por reunir mais condições do que o outro.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"> Importa também dizer que uma coisa é a residência, e outra é a decisão conjunta dos pais que a lei exige quando estejam em causa questões de particular importância; mesmo nos regimes de guarda única, que constituem a regra, a decisão é tomada pelos dois, ou melhor, deve ser tomada pelos dois por força da lei. É neste ponto que se nota a maior diferença em relação ao que se encontrava estabelecido anteriormente, em que o progenitor que &#8220;detinha&#8221; a guarda do filho, não tinha que obter o consentimento do outro quando estivessem em causa questões de particular importância para a vida do filho.<b>E de passo em passo, chegamos à questão de saber o que são questões de particular importância/atos  da vida corrente na vida criança</b>. É ponto assente que todas as decisões devem ter como critério norteador o interesse do filho nas suas múltiplas vertentes (social, cultural, educacional, moral, espiritual), mas nem todas as decisões se revestem da mesma importância; há decisões por assim dizer, de lana caprina, e outras há, que exigem dos pais uma maior ponderação e um especial cuidado. Vamos a alguns exemplos:</p>
<p>1. <span style="text-decoration: underline;">Questões de particular importância</span>: viagens ao estrangeiro (para países em guerra, ou subdesenvolvidos), mudança de escola pública para escola privada (pelo acréscimo financeiro que implica, e que se reflete diretamente na carteira dos progenitores), intervenções a que o menor tenha que se submeter e que importem risco para a sua saúde/integridade física, etc.</p>
<p>2. <span style="text-decoration: underline;">Atos da vida corrente</span>: preparação e confeção das refeições, compra de material escolar e vestuário, ida a consultas médicas de rotina, intervenções benignas que não importem risco para a saúde da criança, autorização para visitas de estudo <strong>(mesmo ao estrangeiro)</strong>, estabelecimentos de regras  e horários, etc. <b>Os atos da vida corrente podem ser delegados pelo progenitor, atendendo ao grau de responsabilidade da pessoa delegada</b>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Pelo que podemos constatar, no mais das vezes estaremos em presença de atos da vida corrente, cuja decisão compete ao progenitor com quem o menor se encontre  no momento</span>, se assim não fosse, o regime seria impraticável, com cada progenitor a exigir do outro, o seu consentimento por tudo e por nada.<br />
<b><br />
</b><b>O legislador quis claramente passar a seguinte mensagem</b>: <span style="text-decoration: underline;">a separação dos pais, não implica a separação dos filhos, e deixou expresso que os pais quando se separam não se divorciam dos seus filhos</span>. Os laços de sangue são-no para toda a vida, e os pais têm a obrigação legal/moral de não entrar em disputas vãs um com o outro, e de se concentrarem nos seus filhos, fazendo um uso correto e altruístico da parentalidade no interesse dos mesmos.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Uma última nota que nos parece interessante, as boas decisões no que aos filhos dizem respeito, requerem dos progenitores um conhecimento das etapas por que passa a criança à medida que cresce, é pois aconselhável, alguma leitura/formação sobre este ponto específico, e que leve a uma melhor compreensão das necessidades da criança. Só assim teremos melhores decisões e consequentemente melhores pais.O regime atual é-nos dados pelo artigo <a href="http://www.pgdlisboa.pt/leis/lei_mostra_articulado.php?ficha=1901&amp;artigo_id=&amp;nid=775&amp;pagina=20&amp;tabela=leis&amp;nversao=" target="_blank">1906.º do Código Civil.</a></p>
</div>
<p>FONTE:  <span class="post-author vcard"><span class="fn"><a title="Tecla Jurídica" href="http://teclajuridica.blogspot.com/2013/12/as-responsabilidades-parentais-apos.html?m=1">Tecla Jurídica</a> </span></span></p>
</div>
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		<title>Bênção Nahuatl &#8211; perdão, carinho, desapego e libertação.</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 12:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plataforma Família]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos para pensar]]></category>
		<category><![CDATA[Família Magazine]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Essa antiga bênção foi criada no idioma Nahuatl, falado desde o século VII na região central do México. Ela trata de perdão, carinho, desapego e libertação.</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="entry-content mgt-xlarge">
<p>Essa antiga bênção foi criada no idioma Nahuatl, falado desde o século VII na região central do México.</p>
<p>Ela trata de perdão, carinho, desapego e libertação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong> Bênção Nahuatl</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Eu liberto meus pais do sentimento de que já falharam comigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu liberto meus filhos da necessidade de trazerem orgulho para mim. Que possam escrever seus próprios caminhos de acordo com seus corações, que sussurram o tempo todo em seus ouvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu liberto meu parceiro da obrigação de me completar. Não me falta nada, aprendo com todos os seres o tempo todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Agradeço aos meus avós e antepassados, que se reuniram para que hoje eu respire a vida. Libero-os das falhas do passado e dos desejos que não cumpriram, consciente de que fizeram o melhor que puderam para resolver suas situações dentro da consciência que tinham naquele momento. Eu os honro, os amo e os reconheço inocentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu me desnudo diante de seus olhos. Por isso, eles sabem que eu não escondo nem devo nada além de ser fiel a mim mesmo e à minha própria existência, que caminhando com a sabedoria do coração, estou ciente de que cumpro o meu projeto de vida, livre de lealdades familiares invisíveis e visíveis que possam perturbar minha Paz e Felicidade, que são minhas únicas responsabilidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu renuncio ao papel de salvador, de ser aquele que une ou cumpre as expectativas dos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprendendo por meio e somente por meio do AMOR, eu abençoo minha essência, minha maneira de expressar, mesmo que alguém possa não me entender.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu entendo a mim mesmo, porque só eu vivi e experimentei minha história. Porque me conheço, sei quem sou, o que sinto, o que faço e porque faço.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu me respeito e me aprovo.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu honro a Divindade em mim e em ti.</p>
<p style="text-align: justify;">Somos livres!</p>
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</div>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Biodanza para crianças &#8211; Braga</title>
		<link>http://www.plataformafamilia.pt/biodanza-para-criancas-braga/</link>
		<comments>http://www.plataformafamilia.pt/biodanza-para-criancas-braga/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2018 09:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plataforma Família]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Os exercícios e as danças propostas numa aula de Biodanza vão estimular o desenvolvimento de todos os potenciais da criança e facilitar o florescimento de uma criança saudável, com vitalidade, nutrida, aprendendo a desenvolver relações saudáveis, expressando-se e integrando a harmonia entre o pensar, o sentir e o agir.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>“As crianças são, agora, as sementes das árvores frondosas do amanhã. Uma semente germina mais facilmente e de forma mais harmoniosa com um ambiente acolhedor, cheio de amor e propício a uma Vida esplendorosa.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Biodanza para crianças</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Biodanza é um sistema que favorece o desenvolvimento humano através de vivências integrativas induzidas pela música e pela dança. É um processo de integração da identidade humana e que busca a expressão, o vínculo, a nutrição afetiva e a criatividade; o contacto consigo mesmo, com os outros&#8230; a comunicação afetiva com tudo o que nos rodeia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As aulas têm por objetivo criar um espaço, em que cada criança possa entrar em contacto com as suas riquezas interiores e desenvolvê-las.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os exercícios e as danças propostas numa aula de Biodanza vão estimular o desenvolvimento de todos os potenciais da criança e facilitar o florescimento de uma criança saudável, com vitalidade, nutrida, aprendendo a desenvolver relações saudáveis, expressando-se e integrando a harmonia entre o pensar, o sentir e o agir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Potencialidades do processo de Biodanza para crianças:</p>
<p>&#8211; manter autoestima saudável.</p>
<p>&#8211; Desenvolver a confiança;</p>
<p>&#8211; Aumentar a criatividade, concentração e capacidade para ação;</p>
<p>&#8211; Ampliar o domínio sobre a resolução de problemas e preocupações.</p>
<p>&#8211; Desenvolver a capacidade de auto-aceitação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Facilitado por: Elisabete Ferreira &#8211; Licenciada em Ciências Sociais, com Formação em Biodanza Sistema Rolando Toro e Especialização em Biodanza para crianças e adolescentes</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Essa é a maior herança que os pais deixam para um filho…</title>
		<link>http://www.plataformafamilia.pt/essa-e-a-maior-heranca-que-os-pais-deixam-para-um-filho/</link>
		<comments>http://www.plataformafamilia.pt/essa-e-a-maior-heranca-que-os-pais-deixam-para-um-filho/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Aug 2018 16:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plataforma Família]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Família Magazine]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“Os filhos tornam-se para os pais, conforme a educação que tiveram, uma recompensa ou um castigo. A condução dos pais constrói o caminho dos filhos. E para criar um adulto que irá ser exemplo na sociedade, é imprescindível ensiná-lo esses 7 fundamentos. ”</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Os filhos tornam-se para os pais, conforme a educação que tiveram, uma recompensa ou um castigo. A condução dos pais constrói o caminho dos filhos. E para criar um adulto que irá ser exemplo na sociedade, é imprescindível ensiná-lo esses 7 fundamentos.</strong> ”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Respeito ao outro</strong><br />
Explicar para um filho os limites no trato com o outro e que devemos respeitá-los, evita muitos problemas na sua vida adulta e ajuda a desenvolver um ser humano mais maduro e gentil. A relação de respeito com os próprios pais será a referência de consideração que ele levará para o mundo.</p>
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<div class="td-ss-main-content">
<div class="td-post-content" style="text-align: justify;">
<p><strong>2. Palavrinhas mágicas</strong><br />
Com licença, desculpa, por favor e obrigado. As famosas palavrinhas ainda são a base da educação, embora menos usuais ultimamente. Elas são o princípio da boa convivência e demonstram muito sobre a educação que um filho recebeu. Sem elas o mundo tende ao caos, por isso insista com seu filho. Obrigado.</p>
<p><strong>3. Consequências</strong><br />
É fundamental explicar às crianças que para tudo há consequências. Devemos trabalhar com estímulos positivos, quando ela faz algo bom, e estímulos negativos, quando ela faz algo errado. Mas não é a força do estímulo que educa, e sim, a repetição. É na intensidade de um castigo que um pai diferencia educação de trauma. Corrija sem maltratar, por favor.</p>
<div class="google-auto-placed ap_container"><strong>4</strong>. Dizer <strong>“Não”</strong></div>
<div class="google-auto-placed ap_container"><strong>Dizer</strong> “não” é demonstrar amor. Alguém que zela pelo seu filho evita que ele faça mal a si mesmo. Essa é a função do “não”. Porém, jamais diga não porque não. É fundamental uma explicação. Seu filho pode não o compreender agora, mas com o tempo irá entender o bom pai ou mãe que foi ao tentar protegê-lo de seus próprios erros.</div>
<p><strong>5. Importância do estudo.</strong><br />
Com estudo a vida já é difícil, imagina sem. Por isso, ensine ao seu filho o valor da escola na construção de um futuro feliz. Se puder, ajude-o nas lições. Também comemore as notas altas, os trabalhos bem-feitos. Reforce o orgulho que tem do bom aluno que ele é. E se por acaso a nota vier baixa, dê seu apoio e ajude a encontrar soluções.</p>
<p><strong>6. Autoestima</strong><br />
É essencial ao ser humano. Ninguém é feliz sem ter amor-próprio. Não critique ou cobre demais um filho. Dê a ele tudo que você exige dele. Respeito, atenção, cooperação. E principalmente amor. A base de uma autoestima consistente é a forte relação de afeto.</p>
<p><strong>7. Respeitar sentimentos</strong><br />
O mundo é uma rede de sentimentos que se entrelaçam e se repelem conforme o movimento das emoções. Solidarizar-se com os sentimentos dos outros é fundamental para ter uma vida tranquila. Mostre o que as pessoas sentem com as atitudes do seu filho. Assim ele medirá suas ações sempre e você terá um filho empático que entende os limites da vida e os sentimentos do outro.</p>
<p><strong>8. Correção</strong><br />
Mais do que nunca o mundo precisa de pessoas honestas. Ensine a seu filho o valor da verdade, a ser correto e justo. Deixe claro que a malandragem é uma inteligência burra porque é um lucro momentâneo com um prejuízo para a vida toda. E, principalmente, explique que não podemos tomar o que é do outro, sob quaisquer circunstâncias.<br />
Imagine o filho que quer ter para saber o pai que deve ser. E se você for um vencedor nessa missão de educar bem uma criança, muito mais do que fazer bem a seu próprio filho e a sua família, você estará ajudando o mundo a ser um lugar melhor porque a maior herança que um pai deixa para um filho é a educação. O resto ele corre atrás…</p>
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</div>
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<div class="td-post-sharing-classic" style="text-align: justify;"> Por<a title="Luciano Cazz" href="https://provocacoesfilosoficas.com/author/lucianocazz/"> Luciano Cazz</a></div>
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		<item>
		<title>FUMAR – Quais os perigos para a família?</title>
		<link>http://www.plataformafamilia.pt/fumar-quais-os-perigos-para-a-familia/</link>
		<comments>http://www.plataformafamilia.pt/fumar-quais-os-perigos-para-a-familia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2018 15:24:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plataforma Família]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Família Magazine]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quando fuma uma pessoa não está a colocar apenas a sua saúde em risco. Os seus familiares também podem sofrer diretamente o efeito do fumo dos cigarros.</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando fuma uma pessoa não está a colocar apenas a sua saúde em risco. Os seus familiares também podem sofrer diretamente o efeito do fumo dos cigarros.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nos dias que correm todos sabemos que fumar faz mal. No entanto o consumo de tabaco a nível mundial não diminuiu de forma significativa nas últimas décadas e o cigarro é, muito provavelmente, o principal fator de risco para a maioria das doenças. Uma em cada cinco mortes nos EUA é atribuída diretamente ao tabagismo, de acordo com dados de 2013 anunciados pela <em>American Cancer Society</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Resumidamente, o tabaco contém mais de 7000 produtos químicos, com pelo menos 69 produtos químicos cancerígenos. Parece estranho como ainda existem milhões de fumadores, não é? Os dados em <strong>Portugal</strong> são assustadores. Em 2015 um terço da população fumava ou tinha fumado recentemente e o tabagismo foi o responsável direto por 11% das mortes no país. Existe ainda um maior predomínio dos homens: 31% versus 22% nas mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Como médico, e pneumologista, este é um tema que me é muito caro. A maioria dos meus doentes fumadores diz que quer parar, mas poucos conseguem definir uma data para que eu os consiga ajudar. É verdade que o tratamento farmacológico ainda é um pouco dispendioso, mas a verdade é que a questão económica não é a única culpada.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria das pessoas associa o risco de fumar a problemas de saúde do fumador. Muitas vezes esquecemo-nos de que quem vive com essas pessoas também está em risco: estamos a falar de companheiros, familiares e crianças. Até as grávidas fumadoras e que continuam a fumar estão a prejudicar a vida que estão a gerar.</p>
<p style="text-align: justify;">Deste modo, é importante que se fale um pouco mais dos riscos do fumo do cigarro para as pessoas próximas dos fumadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, quando uma pessoa fuma, não é apenas sua saúde que está em risco: a saúde de família também pode estar em perigo. Os seus familiares não decidiram ou escolheram fumar, mas estão igual e involuntariamente sujeitos aos efeitos nocivos do tabaco.</p>
<p style="text-align: justify;">Não vale a pena estar a pensar que pode trocar o cigarro pelo charuto ou o cigarro eletrónico. O perigo é o mesmo, só que com uma máscara diferente, aliás, é público que a Sociedade Portuguesa de Pneumologia recentemente emitiu um parecer negando qualquer vantagem dos cigarros eletrónicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A única solução para este problema passa por nunca tocar no cigarro. Se já o fez, procure ajuda médica e decida-se a mudar de vida. Vai sentir-se melhor e a sua família também.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Fumador passivo – o que é isso?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O fumo passivo acontece quando uma pessoa respira o fumo exalado pelo fumador ou a fumaça decorrente do cigarro aceso, por exemplo no cinzeiro. Muitos médicos chamam a isto de “fumador em segunda mão”.</p>
<p style="text-align: justify;">Vários trabalhos científicos sobre o tabagismo passivo revelaram que este pode ser tão perigoso quanto o tabagismo ativo (ou seja, o efeito do fumo no próprio fumador). Desde logo destaco o aumento da probabilidade de desenvolver cancro do pulmão (este risco pode ser 20-30% superior ao normal) ou do risco de morte precoce bem como a presença de um risco de doença cardíaco compatível ao de um fumador.</p>
<p style="text-align: justify;">O fumo passivo é responsável por 3.400 mortes por cancro do pulmão a cada ano, de acordo com a <em>American Lung Association</em>. Tem ainda um papel ativo em mais de 46 mil mortes relacionadas com as doenças cardiovasculares e estimula centenas de milhares de casos de asma. Um estudo revelou que mais de 40% dos não fumadores com 3 ou mais anos de idade tinham níveis de nicotina no seu sangue, o que é indicativo de ter ocorrido exposição recente ao fumo passivo. Esse número sobe para 54 por cento em crianças com 3 a 11 anos e que vivem com um fumador.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas pensam que por fumar fora de casa eliminam drasticamente o risco de ocorrer inalação fumo passivo por parte dos seus familiares, no entanto isto não parece ser verdade, uma vez que estudos recentes revelaram que os níveis de nicotina no cabelo das crianças continuam relativamente altos, mesmo quando os pais fumam no exterior do seu domicílio.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O perigo na gestação de uma nova vida</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> A maioria dos casais desejam ter filhos, no entanto se forem fumadores tenham cuidado: o fumo pode ter um efeito nefasto direto na saúde de um recém-nascido. Um estudo revelou que 12% dos bebés (com pelo menos um pai fumador) apresentaram menor peso ao nascer, versus 7,5% nos casos em que nenhum pai era fumador. As mulheres grávidas que fumam têm um maior risco de aborto espontâneo e as suas crianças apresentam deficiências no desenvolvimento com mais frequência. Apesar dos riscos, pelo menos 10% das mulheres grávidas fumavam segundo <em>a American Lung Association</em>. Todos os médicos recomendam que é melhor deixar de fumar antes de engravidar ou o mais cedo possível durante a gravidez. De qualquer modo, parar de fumar em qualquer momento da sua gravidez reduzirá os riscos para a saúde em ambos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A influência nos seus filhos</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> A <em>American Lung Association</em> também refere que 90% dos fumadores experimentaram um cigarro pela primeira vez antes dos 21 anos de idade e que cerca de 50% desenvolvem consumo prolongado antes dos 18 anos. Sabemos que os colegas de escola e amigos podem ter uma influência importante neste capítulo, no entanto muitos jovens fumadores são filhos de pais fumadores. É importante que se dê ao filho um bom exemplo, mostrando-lhes que fumar é inaceitável. Se o seu filho o vir a fumar ou estiver acostumado à presença do fumo ou do maço de tabaco, o tabagismo estará desde cedo presente na vida dele e poderá estar mais tentado a experimentar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A sua família precisa de si</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Não vale a pena esconder a realidade – ao fumar está a colocar-se num ambiente perigoso para a sua saúde, e isto pode prejudicar a sua família e termos emocionais, funcionais ou financeiros. Por exemplo, se não consegue abdicar de fumar durante as refeições pode ser difícil arranjar uma mesa num restaurante. O maço de tabaco está cada vez mais caro e os encargos financeiros para o adquirir podem impedir que use esse dinheiro para fins mais importantes ou benéficos para os restantes elementos da família.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, as doenças provocadas pelo tabaco são das que apresentam maior taxa de mortalidade e ao continuar a fumar pode estar a privar-se de acompanhar o desenvolvimento dos seus filhos e netos, bem como a privá-los de o terem a si. A perda precoce de um familiar próximo pode afetar o seu desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O tabaco é também o principal agente de uma das doenças respiratórias crónicas que pode atingir níveis elevados de dependência de terceiros, o que pode levar a um grande esforço por parte dos seus familiares para cuidar de si.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>BIBLIOGRAFIA</strong></p>
<p><a href="http://www.dpoc.pt">www.dpoc.pt</a></p>
<p><a href="http://www.lung.org">http://www.lung.org</a></p>
<p><a href="https://www.cancer.org">https://www.cancer.org</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AUTOR: </strong>João Cravo &#8211; Médico Pneumologista (Especialidade nos Hospitais da Universidade de Coimbra)</p>
<p>Coordenador Geral do DPOC.PT &#8211; <a href="http://www.dpoc.pt">www.dpoc.pt</a></p>
<p><a href="http://www.joaocravo.pt">www.joaocravo.pt</a></p>
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		<item>
		<title>A melhor rede social ainda é uma mesa rodeada de amigos</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jul 2018 14:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Marinho]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Família Magazine]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>a esteira da modernização social, os conteúdos da formação cultural básica começam a ser transmitidos com uma carga afectiva diferente, deficitária, muitas vezes omissa por indisponibilidade de uns e outros – e quanto mais subtil é a expressão do afeto, mais facilmente duvidamos dele; sem uma adesão emocional suficiente aos adultos significativos, o processo de aprendizagem das crianças e jovens vê-se perigosamente condicionado, senão mesmo impossibilitado.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h4></h4>
<h4>Artigo de opinião de Carlos Marinho, Psicólogo Clínico.</h4>
<p>Não raro, ao longo da minha prática clínica, percebo-me expressa ou indeclaradamente a reforçar o aforismo de Jiddu Krishnamurti sobre “<em>não [ser] sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente</em>”. Sendo impossível destrinçar a biografia subjectiva de cada pessoa das condições sócio-históricas que a contextualizam, é legítimo afirmar que as novas formas de perturbação da actualidade podem ser compreendidas em função dos emergentes valores da sociedade de hoje. Com o alargamento dos espaços de opção às esferas próprias do estilo de vida e da moral, o individualismo sagra-se como valor atual dominante, fazendo-se largamente responsável por obscurecer a imprescindibilidade do Outro na criação e manutenção de relações significativas (alteridade), por desvincular o indivíduo do seu grupo, tornando as relações interpessoais fugazes e banais, e destituí-las do seu carácter directo e humano.</p>
<p>Aplicados ao contexto familiar, a auto-expressão, o respeito pela liberdade interna, e o desenvolvimento da personalidade são exemplos que naturalizam, diante dos filhos, uma conduta cada vez mais permissiva, menos ‘autoritária’, mas também mais sugestiva de que os adultos estão a perder capacidade de definir o modelo que pretendem oferecer às novas gerações. Uma anedota conta que certo homem consulta um psiquiatra para lhe dizer: «<em>Doutor, o meu irmão é doido: pensa que é uma galinha</em>», «<em>Por que não o interna?</em>», pergunta o médico «<em>Até podia</em>» responde o outro «<em>Mas preciso dos ovos</em>». Esta vinheta, parece-me, presta-se a ilustrar nitidamente o esquema da dependência que nos une ao que mais nos tem debilitado: pelo conforto do privilégio, negligenciamos o privilégio do conforto. Na esteira da modernização social, os conteúdos da formação cultural básica começam a ser transmitidos com uma carga afectiva diferente, deficitária, muitas vezes omissa por indisponibilidade de uns e outros – e quanto mais subtil é a expressão do afeto, mais facilmente duvidamos dele; sem uma adesão emocional suficiente aos adultos significativos, o processo de aprendizagem das crianças e jovens vê-se perigosamente condicionado, senão mesmo impossibilitado.</p>
<p>Um atento olhar analítico sobre os últimos cem anos de história societal mostrará a crescente diminuição do tempo real que os adultos passam com as crianças, a sua substituição por outras instituições (escolas, creches, centros de estudo) e/ou pela exposição (cada vez mais precoce) a meios de comunicação, crescentemente remodelados e redefinidos pela internet, sobretudo com a emergência e popularização em massa de redes sociais. Aproximando pessoas, gerando reencontros, diminuindo distâncias, pontuando referências, firmando <em>networks </em>e abrindo oportunidades de crescimento profissional, estes recursos levam a novas formas de identificação, de construção da individualidade, e de reforço ao reconhecimento e pertença; também a troca rápida de informações e atualização do estado do mundo em tempo real facilita a decisão de participação em campanhas e atividades de interesse, conferindo-nos uma agradável sensação de controlo, e a diversificação de opções de lazer e entretenimento oferece-nos um recreio mais vasto e apelativo à celebração da liberdade individualista.</p>
<p>Mas paradoxalmente, é do ovo destas novas oportunidades de aproximação que nasce um dos problemas mais sérios que a actualidade oferece à formação de cada cidadão: o adoecimento do afeto – manifesto no défice do desenvolvimento de competências sócioemocionais, na dificuldade de procurar, iniciar e manter um diálogo, na estranheza diante do Outro, no isolamento, na solidão, no tédio, no perfeccionismo, na desestruturação da unidade psicológica, na debilitação da capacidade de valorização pessoal, e na perda do sentido da vida. Deslocadas para o domínio digital, muitas são as pessoas que nele se refugiam, chegando até à dependência patológica, agravando o défice na socialização face-a-face, sobretudo quando há incapacidade de busca de relações no mundo real, provocando um vazio intersubjectivo de <em>estar-com</em>. Nesta linha, a concentração nos dispositivos móveis tende a gerar uma dissociação cada vez maior entre as pessoas e o momento presente, ao mesmo tempo que as encaminha para o preferencial interesse de um <em>estar-a-par </em>sobre a compreensão profunda e significativa da realidade.</p>
<p>Se a aventura do afeto pressupõe não só uma abertura ao Outro mas também uma (re)descoberta do próprio através do Outro, o desafio que o défice de socialização nos apresenta parece exigir toda uma ética voltada para a alteridade e é aqui que, cada vez mais me convenço, que se concentram as coordenadas da felicidade. Ecoando as palavras de Tyler Durden “<em>Trabalhamos em empregos que não gostamos, para comprar um monte de coisa que não precisamos</em>”, e também os avanços tecnológicos parecem cumprir a mesma inglória utilidade. Se apesar de toda a clarividência racional teimamos em repetir o erro de uma certa passividade, é porque, claro, continuamos a priorizar os ovos do privilégio acima da fome de afeto. A decisão, como defende a celebração do individualismo, está nas nossas mãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Artigo de <a href="https://carlos-marinho-psicologia-clinica.webnode.pt/" target="_blank">Carlos Marinho</a>, Psicólogo Clínico.</strong></p>
<p>Mestre em Psicologia Aplicada pela Universidade do Minho, e pós-graduado em Psicologia da Família pela Universidade Católica Portuguesa de Braga. Actualmente, dedica-se à prestação de serviço de psicologia clínica em consultório particular, em pleno coração de Braga.<br />
Trabalha ainda em parceria com o projeto «Animantes», na realização de workshops lúdico-pedagógicos, arteterapia e artcoaching, com crianças, adolescentes, adultos e séniores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ilustração em destaque de Fido Nesti.</p>
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		<title>Necessidades de apoio à parentalidade: práticas de profissionais de saúde e famílias</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2018 11:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plataforma Família]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Actividades]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Família Magazine]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Este estudo faz parte de um trabalho de investigação, intitulado “Necessidades de apoio à parentalidade: práticas de profissionais de saúde e famílias”. PARTICIPE!</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este estudo faz parte de um trabalho de investigação, intitulado “Necessidades de apoio à parentalidade: práticas de profissionais de saúde e famílias”, insere-se num estudo que decorre no âmbito do Doutoramento em Estudos da Criança, na especialidade de Psicologia do Desenvolvimento e Educação, sob a orientação científica da Professora Doutora Ana Tomás de Almeida.</p>
<p style="text-align: justify;">Este estudo tem como principal objectivo identificar as necessidades sentidas pelos pais no apoio e suporte à parentalidade efetuado por parte dos profissionais dos Centros/ Unidades de Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Solicitamos a sua colaboração, através do preenchimento de cinco breves questionários. Os dados recolhidos destinam-se somente a esta investigação e serão tratados com absoluta confidencialidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Para iniciar a participação clique no link que corresponde à idade do vosso filho/a:</p>
<p style="text-align: justify;">Pais com filhos entre os 3 -12 meses<br />
<a href="https://goo.gl/forms/FAL9RnlAMcVqmsGk2" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;-U&quot;}" data-lynx-mode="asynclazy" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fgoo.gl%2Fforms%2FFAL9RnlAMcVqmsGk2&amp;h=ATP9Ggc9q3Y6-sDlb1NB2Tqku-zk4JIrW_N7BjTayehbjoh7W0t-RLXTXguAErFuCVWiFeDbRsB8FX-4oIzWO9JqYbXqzsG-qVA296P_IadUclbZSlYSVyW2drxHH2zSDYY3Bg">https://goo.gl/forms/FAL9RnlAMcVqmsGk2</a></p>
<p style="text-align: justify;">Pais com filhos entre os 13-36 meses<br />
<a href="https://goo.gl/forms/wJpHUXz9rTkDUMxP2" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;-U&quot;}" data-lynx-mode="asynclazy" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fgoo.gl%2Fforms%2FwJpHUXz9rTkDUMxP2&amp;h=ATPHL8h7AilFBAv-u0E0jrH-tdXJ1pHDlItqAHogYbTuPfwG5c0HRgDY5IEkyLLb0_bO6bGg51Vgh_O4a_2L-KAokOuj4i-HM8E4_y0HqNdtNDa7a2-bZMSjkqDSm109wtVbIg">https://goo.gl/forms/wJpHUXz9rTkDUMxP2</a></p>
<p style="text-align: justify;">Pais com filhos entre os 3 e os 5 anos<br />
<a href="https://goo.gl/forms/a6Nb0pUiPgorLpWs2" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;-U&quot;}" data-lynx-mode="asynclazy" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fgoo.gl%2Fforms%2Fa6Nb0pUiPgorLpWs2&amp;h=ATNsGJ2pe6_lUq-oNS3sEc7E4EZgWMWN_hzgPblhMvLKsYkvVKLs12GU0HpgtP51KDFwJPftIr8r2GeGOobtimlNXd6HavAZ1C2hNacP9TbwUcFHrz-LXsJOL1lT-Bg2JmaaDw">https://goo.gl/forms/a6Nb0pUiPgorLpWs2</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Desde já agradecemos a sua colaboração neste projeto de investigação.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer outro assunto poderá contactar a responsável pelo projeto, através do seguinte e-mail: <a href="mailto:silvana.martins12@gmail.com">silvana.martins12@gmail.com</a></p>
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		</item>
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		<title>Poemas para crianças &#8211; Ou isto ou aquilo.</title>
		<link>http://www.plataformafamilia.pt/poemas-para-criancas-ou-isto-ou-aquilo/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2018 11:35:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plataforma Família]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos para pensar]]></category>
		<category><![CDATA[Família Magazine]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Poemas para crianças - Ou isto ou aquilo.</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Ou isto ou aquilo</h2>
<p><em>                               Cecília Meireles</em></p>
<p>Ou se tem chuva e não se tem sol,</p>
<p>ou se tem sol e não se tem chuva!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ou se calça a luva e não se põe o anel,</p>
<p>ou se põe o anel e não se calça a luva!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem sobe nos ares não fica no chão,</p>
<p>quem fica no chão não sobe nos ares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É uma grande pena que não se possa</p>
<p>estar ao mesmo tempo nos dois lugares!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,</p>
<p>ou compro o doce e não gasto o dinheiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…</p>
<p>e vivo escolhendo o dia inteiro!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não sei se brinco, não sei se estudo,</p>
<p>se saio correndo ou fico tranquilo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas não consegui entender ainda</p>
<p>qual é melhor: se é isto ou aquilo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Poemas extraídos do livro Ou isto ou aquilo (escritora Cecília Meireles, ilustrador Odilon Moraes, editora Global).</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>‘Os professores’, por Valter Hugo Mãe</title>
		<link>http://www.plataformafamilia.pt/os-professores-por-valter-hugo-mae/</link>
		<comments>http://www.plataformafamilia.pt/os-professores-por-valter-hugo-mae/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2018 14:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Plataforma Família]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Família Magazine]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.plataformafamilia.pt/?p=3770</guid>
		<description><![CDATA[<p>“Um país que não se ocupa com a delicada tarefa de educar, não serve para nada. Está a suicidar-se. Odeia e odeia-se.”</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2><em>“<strong>Um país que não se ocupa com a delicada tarefa de educar, não serve para nada. Está a suicidar-se. Odeia e odeia-se.”</strong></em></h2>
<h4><em>Os professores</em></h4>
<p style="text-align: justify;">Achei por muito tempo que ia ser professor. Tinha pensado em livros a vida inteira, era-me imperiosa a dedicação a aprender e não guardava dúvidas acerca da importância de ensinar. Lembrava-me de alguns professores como se fossem família ou amores proibidos. Tive uma professora tão bonita e simpática que me serviu de padrão de felicidade absoluta ao menos entre os meus treze e os quinze anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;">A escola, como mundo completo, podia ser esse lugar perfeito de liberdade intelectual, de liberdade superior, onde cada indivíduo se vota a encontrar o seu mais genuíno, honesto, caminho. Os professores são quem ainda pode, por delicado e precioso ofício, tornar-se o caminho das pedras na porcaria do mundo em que o mundo se tem vindo a tornar.</p>
<p style="text-align: justify;">Nunca tive exatamente de ensinar ninguém. Orientei uns cursos breves, a muito custo, e tento explicar umas clarividências ao cão que tenho há umas semanas. Sinto-me sempre mais afetivo do que efetivo na passagem do testemunho. Quero muito que o Freud, o meu cão, entenda que estabeleço regras para que tenhamos uma vida melhor, mas não suporto a tristeza dele quando lhe ralho ou o fecho meia hora na marquise. Sei perfeitamente que não tenho pedagogia, não estudei didática, não sou senão um tipo intuitivo e atabalhoado. Mas sei, e disso não tenho dúvida, que há quem saiba transmitir conhecimentos e que transmitir conhecimentos é como criar de novo aquele que os recebe.</p>
<div class="code-block code-block-1" style="text-align: justify;"></div>
<div class="code-block code-block-1" style="text-align: justify;">Os alunos nascem diante dos professores, uma e outra vez. Surgem de dentro de si mesmos a partir do entusiasmo e das palavras dos professores que os transformam em melhores versões. Quantas vezes me senti outro depois de uma aula brilhante. Punha-me a caminho de casa como se tivesses crescido um palmo inteiro durante cinquenta minutos. Como se fosse muito mais gente. Cheio de um orgulho comovido por haver tantos assuntos incríveis para se discutir e por merecer que alguém os discutisse comigo.</div>
<p style="text-align: justify;">Houve um dia, numa aula de história do sétimo ano, em que falámos das estátuas da Roma antiga. Respondi à professora, uma gorduchinha toda contente e que me deixava contente também, que eram os olhos que induziam a sensação de vida às figuras de pedra. A senhora regozijou. Disse que eu estava muito certo. Iluminei-me todo, não por ter sido o mais rápido a descortinar aquela solução, mas porque tínhamos visto imagens das estátuas mais deslumbrantes do mundo e eu estava esmagado de beleza. Quando me elogiou a resposta, a minha professora contente apenas me premiou a maravilha que era, na verdade, a capacidade de induzir maravilha que ela própria tinha. Estávamos, naquela sala de aula, ao menos nós os dois, felizes. Profundamente felizes.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez estas coisas só tenham uma importância nostálgica do tempo da meninice, mas é verdade que quando estive em Florença me doíam os olhos diante das estátuas que vira em reproduções no sétimo ano da escola. E o meu coração galopava como se tivesse a cumprir uma sedução antiga, um amor que começara muito antigamente, se não inteiramente criado por uma professora, sem dúvida que potenciado e acarinhado por uma professora. Todo o amor que nos oferecem ou potenciam é a mais preciosa dádiva possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Dá-me isto agora porque me ando a convencer de que temos um governo que odeia o seu próprio povo. E porque me parece que perseguir e tomar os professores como má gente é destruir a nossa própria casa. Os professores são extensões óbvias dos pais, dos encarregados pela educação de algum miúdo, e massacrá-los é como pedir que não sejam capazes de cuidar da maravilha que é a meninice dos nossos miúdos, que é pior do que nos arrancarem telhas da casa, é pior do que perder a casa, é pior do que comer apenas sopa todos os dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Estragar os nossos miúdos é o fim do mundo. Estragar os professores, e as escolas, que são fundamentais para melhorarem os nossos miúdos, é o fim do mundo. Nas escolas reside a esperança toda de que, um dia, o mundo seja um condomínio de gente bem formada, apaziguada com a sua condição mortal mas esforçada para se transcender no alcance da felicidade. E a felicidade, disso já sabemos todos, não é individual. É obrigatoriamente uma conquista para um coletivo. Porque sozinhos por natureza andam os destituídos de afeto.</p>
<p style="text-align: justify;">As escolas não podem ser transformadas em lugares de guerra. Os professores não podem ser reduzidos a burocratas e não são elásticos. Não é indiferente ensinar vinte ou trinta pessoas ao mesmo tempo. Os alunos não podem abdicar da maravilha nem do entusiasmo do conhecimento. E um país que forma os seus cidadãos e depois os exporta sem piedade e por qualquer preço é um país que enlouqueceu. Um país que não se ocupa com a delicada tarefa de educar, não serve para nada. Está a suicidar-se. Odeia e odeia-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Autobiografia Imaginária | Valter Hugo Mãe | JL Jornal de Letras, Artes e Ideias | Ano XXII | Nº 1095 | 19 de Setembro de 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.spgl.pt/os-professores-valter-hugo-mae" target="_blank" rel="noopener">SPGL – Sindicato dos Professores da grande Lisboa </a></p>
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		<title>SURDEZ EM IDADE PEDIÁTRICA</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2018 14:14:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>A incidência de surdez é 1 a 3 em cada 1000 recém-nascidos, o que a torna numa das mais frequentes malformações ao nascer. A incidência de surdez aumenta durante a infância e pode atingir cerca de 31 em cada 1000 adolescentes.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A incidência de surdez é 1 a 3 em cada 1000 recém-nascidos, o que a torna numa das mais frequentes malformações ao nascer.</strong> A incidência de surdez aumenta durante a infância e pode atingir cerca de 31 em cada 1000 adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A surdez pode ser dividida em surdez de condução ou neurossensorial. A surdez de condução resulta da obstrução da transmissão de som para o ouvido interno e pode ser causada por: doenças do ouvido externo (pavilhão e canal auditivo) ou doenças do ouvido médio (tímpano, ossículos ou ocupação do ouvido médio). A surdez neurossensorial resulta de doenças que afetam o ouvido interno ou que afetam as vias de transmissão da informação auditiva para o cérebro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A otite media aguda com efusão (OME), é a forma mais comum de surdez na infância</strong> e resulta da acumulação de muco no ouvido médio, impedindo a vibração do tímpano. A sua causa é complexa e resulta da combinação de vários fatores como: <strong>má função da trompa de Eustáquio, otites de repetição, hipertrofia das adenoides, má higiene nasal, predisposição genética</strong>, etc. Esta doença atinge cerca de 20-25% das crianças com 2 anos de idade e cerca de 8% das crianças com 7 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas crianças passam por períodos de OME após constipações e cerca de 50% destas resolve espontaneamente até 3 meses, no entanto, devem ser vigiadas e confirmada a recuperação auditiva. <strong>O tratamento médico é importante e tem como foco a desobstrução nasal e os exercícios de auto insuflação</strong>. No caso da OME permanecer por mais de 3 meses e causar uma perda auditiva significativa deve ser considerado o seu tratamento cirúrgico. <strong>A persistência da perda auditiva por OME provoca perturbações da linguagem e da concentração, alterações comportamentais e atraso na aprendizagem.</strong> A longo prazo causa alterações do processamento auditivo central.</p>
<p style="text-align: justify;">A perfuração timpânica é uma causa de surdez de transmissão e pode resultar de otites de repetição, traumatismo ou ocorrer após tubos de ventilação. As perfurações podem fechar espontaneamente até 3 meses. As persistentes devem ser encerradas cirurgicamente a partir da idade escolar (6-7anos).</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento da surdez neurossensorial procura minimizar as consequências da perda auditiva, melhorar a comunicação e aumentar a audição com recurso a aparelhos auditivos ou implantes cocleares. É essencial que o diagnóstico e tratamento desde tipo de surdez ocorra nos 3 primeiros anos de vida. <strong>Mesmo nos casos de um só ouvido afetado é importante tratar para permitir à criança uma correta localização do som e a comunicação em ambientes ruidosos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a perda auditiva for severa as crianças devem ser referenciadas para implante coclear (IC). O IC permite um considerável ganho na perceção das palavras, na atenção aos estímulos do meio, no desenvolvimento da linguagem e da comunicação com os pares, redução dos zumbidos e aumento da qualidade de vida e da autoestima da criança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O tratamento adequado e atempado do défice auditivo na infância é essencial para a criança desenvolver todas as suas capacidades.</strong>Existe atualmente reabilitação auditiva para praticamente qualquer tipo de perda auditiva desde que atempadamente diagnosticada.<br />
Para um melhor acompanhamento e tratamento, marque a sua consulta e tire as suas dúvidas com os nossos especialistas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Redigido por Dr. Nuno Marçal (OM45825), Coordenador de Otorrinolaringologia no Trofa Saúde Hospital em Braga Sul e em Braga Centro.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.hospitalprivadodebraga.pt/noticias-e-eventos/not%C3%ADcias/surdez-em-idade-pedi%C3%A1trica/">Hospital Trofa Saúde &#8211; Noticias e Eventos</a></p>
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