SEPARAÇÃO E DIVÓRCIO. AS PERGUNTAS DOS PAIS QUE PENSAM NOS FILHOS…

Em casos de separação e divórcio, nem sempre há a capacidade de “separar águas” (temas do casal e temas da parentalidade) acabando as crianças por cair numa rede densa de emoções complexas, sentindo-se desprotegidos e no meio de um campo de batalha, provocado por aqueles em quem mais confia para cuidarem dele – os seus pais.

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Bater: Num adulto é agressão, num animal é crueldade, numa criança…é educação?”

Uma coisa é certa: existem tantas formas de se ser mãe ou pai, quanto de se ser filho ou filha. Não existe apenas uma correta, mas existem formas de relação positivas entre pais e filhos que promovem um crescimento individual e relacional, outras não tão positivas e que acabam por trazer mais preocupações, mais dificuldades na gestão dos comportamentos e do reconhecimento da autoridade dos pais.

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Bons pais preparam os filhos para os aplausos, pais brilhantes preparam os filhos para os fracassos

Este hábito dos pais brilhantes contribui para desenvolver: motivação, ousadia, paciência, determinação, capacidade de superação, habilidade para criar e aproveitar oportunidades.

Bons pais preparam seus filhos para receber aplausos, pais brilhantes os preparam para enfrentar suas derrotas. Bons pais educam a inteligência lógica dos filhos, pais brilhantes educam a sensibilidade.

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Relação conjugal ≠ Relação parental

Seguindo-se o princípio básico da Teoria Familiar Sistêmica de que os sistemas se influenciam mutuamente, podemos considerar que conjugalidade e a coparentalidade se desenvolvem de forma interdependente., e muitas vezes, conflitos não resolvidos entre os casais, são transportados para dentro da área da educação parental, porque o casal não consegue separar as funções parentais das funções conjugais.

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