A melhor rede social ainda é uma mesa rodeada de amigos

a esteira da modernização social, os conteúdos da formação cultural básica começam a ser transmitidos com uma carga afectiva diferente, deficitária, muitas vezes omissa por indisponibilidade de uns e outros – e quanto mais subtil é a expressão do afeto, mais facilmente duvidamos dele; sem uma adesão emocional suficiente aos adultos significativos, o processo de aprendizagem das crianças e jovens vê-se perigosamente condicionado, senão mesmo impossibilitado.

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SEPARAÇÃO E DIVÓRCIO. AS PERGUNTAS DOS PAIS QUE PENSAM NOS FILHOS…

Em casos de separação e divórcio, nem sempre há a capacidade de “separar águas” (temas do casal e temas da parentalidade) acabando as crianças por cair numa rede densa de emoções complexas, sentindo-se desprotegidos e no meio de um campo de batalha, provocado por aqueles em quem mais confia para cuidarem dele – os seus pais.

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Bater: Num adulto é agressão, num animal é crueldade, numa criança…é educação?”

Uma coisa é certa: existem tantas formas de se ser mãe ou pai, quanto de se ser filho ou filha. Não existe apenas uma correta, mas existem formas de relação positivas entre pais e filhos que promovem um crescimento individual e relacional, outras não tão positivas e que acabam por trazer mais preocupações, mais dificuldades na gestão dos comportamentos e do reconhecimento da autoridade dos pais.

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Bons pais preparam os filhos para os aplausos, pais brilhantes preparam os filhos para os fracassos

Este hábito dos pais brilhantes contribui para desenvolver: motivação, ousadia, paciência, determinação, capacidade de superação, habilidade para criar e aproveitar oportunidades.

Bons pais preparam seus filhos para receber aplausos, pais brilhantes os preparam para enfrentar suas derrotas. Bons pais educam a inteligência lógica dos filhos, pais brilhantes educam a sensibilidade.

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